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HISTÓRIAS DE ITAJUBÁ
Itajubá e suas Origens
Estrada de Ferro

Melhoramento que emprestou relevante impulso a Itajubá foi a construção da estrada de ferro. Com a facilidade de recebimento de mercadorias dos maiores centros produtores do País e de grandes atacadistas, e a possibilidade de maior escoamento de produtos da indústria local, muito desenvolveram o comércio, a pecuária e o movimento fabril da cidade.


A Lei mineira nº 1.827, de 10/10/1871, já cogitava de ligar Itajubá à primeira ferrovia brasileira, que foi a Pedro II, hoje Central do Brasil.


O Decreto nº 4.693, de 14/02/1871, autorizava a construção de uma estrada de ferro que deveria ligar Itajubá à 4ª. Seção da estrada de Ferro D. Pedro II, que compreendia “a parte que vai da Cachoeira a Lorena”.


Em 1890 foi inaugurado o primeiro trecho, entre Soledade e Carmos de Minas. Em 1º de agosto do mesmo ano foi inaugurada a estação de Ribeiro; em 15 de março de 1891, a de Cristina; a de Maria da Fé, em 27 de junho de 1891; em julho os trilhos já estavam em Pedrão.


A Inauguração oficial da ferrovia em Itajubá ocorreu em 25 de setembro de 1891, mas em seis do mesmo mês já havia chegado a Itajubá a primeira locomotiva, conforme documentou “A Verdade” de 12/09/1891.


Em homenagem ao Presidente (Governador) do Estado, que prestigiou os festejos da inauguração com a sua presença, a rua que ligava a estação provisória (um barracão de madeira) ao início da então rua Major Pereira (Rua Dr. João de Azevedo) ficou denominada Rua Cesário Alvim. Depois foi esse nome passado para Praça Central da cidade (antigo Largo dos Passos), logradouro este que hoje tem o nome de Theodomiro Carneiro Santiago.


A Estação seria construída longe da cidade. À vista de protestos e de um baixo-assinado enviado à direção da Estrada, foi finalmente edificada na atual Praça Pereira dos Santos, prédio ainda existente em 1985. Essa estação foi inaugurada em 22 de janeiro de 1893. Em 5 de setembro de 1930 foi solenemente inaugurada a nova estação ferroviária, na Praça José Brás.


primeiras locomotivas, em vez de números, tinham nomes: Cristina, Rio Branco, Visconde de Mauá, Evaristo da Veiga, Floriano Peixoto. O primeiro agente da estação ferroviária e Itajubá seria um certo Aníbal, que não aceitou o cargo. Ocupou o lugar o cidadão Joaquim do Prado, no ano seguinte removido para a estação de Soledade, Ocupando o seu cargo em Itajubá o ferroviário Baltasar Marques, que estava na estação de Maria da Fé. No mês seguinte foi este substituído por Eduardo Branco, tendo sido então nomeado conferente Honorato Soares. Em 1894 o cargo de agente foi ocupado por Francisco Silveira Gomes. Em 1915 o agente era Luís Rennó Pereira; conferente, Marciliano Amaral; Telegrafista, Antônio Prado. Em Janeiro 1900, ocorreu o primeiro desastre de grandes proporções. Os mortos registrados foram 5, ocorrido no quilo-metro 95 da estrada de Ferro Sapucaí. Em 25 de março de 1926 ocorreu o maior desastre ferroviário de todos os tempos, no sul de minas. O trem procedente de Soledade de Minas, que deveria chegar a Itajubá às 20 horas e poucos minutos, quando descia a serra de São João, a três quilômetros abaixo da cachoeira Véu de Noiva, na altura do quilômetro 62, caiu com quase toda a composição, rolando, junto com o alto aterro, a locomotiva de nº 172 e quase todos os carros pela grande e íngreme rampa. O maquinista João Mariano e o foguista José Vieira, encontrado carbonizado entre os escombros, foi reconhecido pelo picotador de passagens cravado em seu corpo. Ficou na linha 1 carro, o de 1ª classe.



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