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CURIOSIDADES
GRAVE ACIDENTE FERROVIÁRIO ENTRE MARIA DA FÉ E ITAJUBÁ

Em 25 de março de 1925 ocorreu o maior desastre ferroviário de todos os tempos, no Sul de Minas. O trem procedente de Soledade de Minas, que deveria chegar a Itajubá às 20 horas e poucos minutos, quando descia a serra de São João, a três quilômetros abaixo da cachoeira Véu de Noiva, na altura do quilômetro 62, caiu com quase toda a composição, rolando, junto com o alto aterro, a locomotiva de nº 172 e quase todos os carros pela grande e íngreme rampa. O maquinista João Mariano e o foguista José Vieira, encontrado carbonizado entre os escombros, foi reconhecido pelo picotador de passagens cravado em seu corpo. Ficou na linha 1 carro, o de 1ª classe". (Texto do historiador itajubense Armelim Guimarães).
O dia 25 de março ficou marcado. Outros desastres aconteceram nesta data e, por isso, durante muitos anos, ao se aproximar desta data, os marienses se punham a rezar...

CEMITÉRIO DE ITAJUBÁ

O primeiro cemitério foi construido pelo Padre Lourenço mais ou menos no local onde ora se encontra o prédio do Sr. João Aldano da Silva, em seu andar terreo funciona o Cartorio de Registro de Imoveis de Itajubá. Esta mecrópole durou cerca de dez anos, sendo logo construido o cemitério do Rosário, acima do Prédio que hoje funciona a Câmara dos Vereadores, no alto hoje inteiramente urbanizado. O atual Cemitériode Itajubá foi construido pela paróquia, por iniciativa e esfôrço do missionário Pe. Bartolomeu Taddei. Foi inaugurado em 5 de março de 1889 sendo que o primeiro sepultamento foi do Cel. Joaquim da Mota Paes, Barão de Camanducaia, morto por uma faisca elétrica nas proximidades de Piranguinho.

A MULHER DE BRONZE

A lenda da Mulher de Bronze surgiu em Itajubá, no Sul de Minas, e conta a história de uma mulher que não gostava de ser fotografada. Certo dia, no casamento de seu filho, alguém tirou uma foto dela. Na foto, ela apontava para uma outra pessoa, e a partir daí surgiram várias lendas. Dizem que a Mulher de bronze persegue as pessoas que a perturbavam.
A lenda mais divulgada da cidade repercute até hoje, tanto é, que no cemitério da cidade existe uma estátua da mulher de bronze. A estátua retrata Gabriela de Moura Fonseca, a mulher que deu origem a tantas lendas. A estátua de bronze foi fundida na França, e foi trazida para o cemitério de Itajubá em 1925.
Segundo os administradores do escritório do cemitério da cidade, a estátua chegou a ser levada para a praça pública. “Com isto, surgiram mais lendas ainda, começaram a dizer que a estátua saiu andando e foi parar na praça. Muita gente vem ao cemitério só para tirar foto ao lado da estátua. Ela é uma atração para os moradores e visitantes da cidade. Existem filmes e documentários que retratam detalhes da história”, contam os administradores.
Gabriela de Moura durante toda sua vida foi registrada em apenas uma foto. Esta foto está arquivada no escritório do cemitério, e foi utilizada para fundir a estátua, que hoje é atração no cemitério de Itajubá.

FAZENDA DA FIGUEIRA

Fazenda da Figueira - Localizada na estrada do Rio Manso, foi construída provavelmente em meados do século XIX e ainda conserva sua arquitetura original, com chão de tábua corrida e teto de palha. Em sua cozinha de piso de terra batida, onde ainda funciona o fogão de lenha tem, segundo seus proprietários, dois escravos enterrados. Conta a lenda desta casa que um dos troncos de sua base pinga sangue em determinada época do ano. Seria o sangue dos escravos que, castigados, sofriam na senzala. Visitar a Fazenda da Figueira é uma viagem no tempo. Este imóvel é registrado no Instituto de Patrimônio Histórico Nacional

LAGO DO ESGOTO

Guache de Luiz Teixeira. Largo do Esgoto, hoje Praça Getúlio Vargas Note-se a ponte sobre o Ribeirão José Pereira, à esquerda e o coreto à direita. Aos domingos as pessoas iam ao largo ouvir as (retretas, executadas à sombra de uma grande figueira).
No local também eram apresentados os famosos "circos de cavalinhos" As imagens reproduzidas foram identificadas como sendo Mestre Pinto, agente do Correio, Sá Chica e o comendador Frederico Schumann, primeiro Farmacêutico da cidade.

PRIMEIRA EDIÇÃO DO JORNAL “O CORREIO DE ITAJUBÁ”

Como jornalista Euclides Pereira Cintra, foi o fundador e Diretor-Redator-Chefe do jornal “O Correio de Itajuba”.
As edições do jornal podem ser consultadas na Hemeroteca da Biblioteca Pública Luiz de Bessa – Belo Horizonte (MG). Elas foram doadas por Euclides Cintra ao Arquivo Público Mineiro e, atualmente, se encontram sob a guarda da Hemeroteca.
Estão disponíveis para consulta ao acervo digital os exemplares publicados entre 09/01/1949 a 27/03/1960, com exceção das edições 13, 31, 280, 281, 282. Os exemplares encontram-se microfilmados e digitalizados.




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