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FEB - PRACINHAS ITAJUBENSES

No ano de 1942, o Brasil declarou guerra aos chamados países do Eixo (Alemanha, Japão, Itália), após ataques aos navios mercantes brasileiros, com mais de 600 mortes registradas. Em julho de 1944, um ano antes do fim do conflito mundial, sob o governo do então presidente Getúlio Vargas, os pracinhas partiram do Rio de Janeiro em direção à Europa, integrando um corpo de aproximadamente 25 mil combatentes.
Além dos conflitos armados, os soldados brasileiros também enfrentaram um rigoroso inverno na Itália. Naquele mesmo ano de 1944, soldados brasileiros entraram pela primeira vez em contato com patrulhas inimigas. Uma das maiores vitórias dos pracinhas foi a vitória de Monte Castelo, ao Norte da Itália. A batalha marcou a presença dos expedicionários e durou aproximadamente três meses.
A partir de então, as sucessivas vitórias dos países “aliados” (Estados Unidos, União Soviética, Inglaterra, França, Polônia, China e Brasil) sob os países do “Eixo” resultaram no fim do conflito mundial no ano de 1945. A 2ª Guerra Mundial mobilizou mais de 100 milhões de soldados de vários países e o Brasil foi a única nação na América Latina a enviar soldados para o conflito na Europa.

O termo pracinha, para se referir aos soldados expedicionários que se juntaram aos países aliados, é um diminutivo de “praça”, nome também utilizado para oficial. A população e a imprensa brasileira da época cunhou o termo para se referir aos expedicionários que combateram na Europa.
O 4°. Batalhão de Engenharia de Combate de Itajubá enviou 55 pracinhas para comporem a FEB - Força Expedicionária Brasileira na Itália. Jovens que, corajosamente deram as suas vidas pelo nosso país.
Em homenagem as estes pracinhas itajubenses o 4° Batalhão de Engenharia de Combate, inaugurou em 1956 uma estátua em bronze, que mostra um soldado segurando uma arma em uma das mãos. Um projeto aprovado pela Câmara Municipal apresentado pelo Sr. Vereador Euclides Pereira Cintra em 1947.



Veja a seguir, a relação dos nomes dos expedicionários e suas histórias.

Agenor José dos Santos  Geraldo Ribeiro da Silva José Pereira Cintra
Alfredo Amorim  Guilherme Cardoso José Ribeiro Sobrinho
Alfredo Lemos de Vasconcelos  Irineu Ribeiro da Cardoso José Rodrigues Sobrinho
Alfredo Passos Filho  João Antônio Pereira Junior Léo de Oliveira
Antônio Domingos de Carvalho  João Pereira Neto Luiz Capizani dos Santos
Antônio Ferreira Chiaradia  Joaquim Clemente da Silva Manuel Villas Boas
Antônio Gomes Rennó  Joaquim José Pereira Mário Antunes Pereira
Armando Ramos de Carvalho  Joaquim Luiz Filho Mário de Oliveira
Avelino Baptista  Joaquim Vieira Pinto Noel Gomes Ferreira
Benedito Arlindo Corrêa  José Arlindo da Silva Oziel Gongalves
Benedito Pereira dos Santos  José Bretanha dos Santos Renato Faria
Benedito Pinto de Almeida  José Dias Roberto A. de Oliveira
Domicio Cardoso de Faria  José Garcia Castro Romeu Santana
Elpidio de Andrade  José Gonzaga Rezende Thiago Rebelo
Elpidio Domingos Fernandes  José Luiz Vicente José Vieira
Ernani de Albuquerque  José Luiz da Silva Vicente Máximo
Francisco Ferreira Passos  José Moraes  
Geraldo Lino  José Monteiro Chaves Neto  

A cobra vai fumar é um termo que se começou a ser usado na segunda guerra mundial. Quando se falou em guerra mundial, aqui, nenhum brasileiro acreditou que o Brasil entraria na guerra, e alguns começaram a falar que que era mais facil uma cobra fumar cachimbo, do que o Brasil entrar na guerra... Mas como entraram, mostraram que todos que quando "o bicho pega" ou "a cobra fuma" todos se submetem ao improvável. Inclusive, o Brasil usou (como símbolo) a cobra fumando cachimbo na guerra!
O símbolo da FEB era a "cobra fumando" pois Getúlio havia dito: -"É mais fácil uma cobra fumar do que o Brasil entrar na Guerra."

DOCUMENTÁRIO SOBRE A FEB NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

Publicado: 24/Mar/2017 - Feito em:2005

Neste documentário relata sobre participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial, lugares, dificuldades, conquistas e outros.

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