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HISTÓRIAS DE ITAJUBÁ
Itajubá e suas Origens
Aeroporto

Foi durante a revolução de 1930 que, pela primeira vez, um avião sobrevoou a cidade de Itajubá. Em 1931, Adriano Piazzaroli cedeu a várzea de sua propriedade (ora ocupada com o Distrito Industrial, do morro à Helibrás) para a improvisação de um aeroporto, preparado que foi pelos homens do 4º Batalhão de Engenharia e da Prefeitura Municipal. Em 17 de maio de 1931 toda a cidade, sob intensa curiosidade popular, esperou a chegada de três aviões (teco-tecos) pilotados por militares, que seriam os primeiros aviadores a descer ao solo itajubense.


Incalculável foi o número de pessoa de Itajubá e de cidades vizinhas que compareceram ao campo para assistir ao programado espetáculo. Contudo, para descontentamento geral, nenhum avião apareceu naquele dia. A 23 de maio de 1931, novo movimento e nova aglomeração se repetiram no improvisado campo de aviação. Desta feita realmente a curiosidade popular foi satisfeita. Pela primeira vez as rodas de avião tocaram o solo de Itajubá. Às 16h20min, desceram os três aviões procedentes do Rio de Janeiro. Neles Vieram o Major Eduardo Gomes, comandante, um dos 18 heróis do Forte de Copacabana, Tenentes Lemos Cunha, Casimiro Montenegro, Clóvis Tavares e Denarco Reis.


O Aeroclube de Itajubá foi inaugurada em 27 de agosto de 1941. Sua primeira Diretoria ficou assim constituída: Presidente de Honra: Dr. Venceslau Brás Pereira Gomes,; Presidente: Alcides Faria; Vice-Presidente: Dr. João Sebastião Ribeiro de Azevedo.


Em 1951 ficou terminada uma pista do aeroporto de Itajubá, agora terraplenado e preparado tecnicamente. Para Inaugurá-la, dois aviões da Força Aérea Brasileira.


Em 8 de janeiro de 1960, pela primeira vez, desceu um helicóptero a Itajubá, pousando no campo de esporte da Fábrica de Armas (IMBEL).


Em outubro de 1947 foi inaugurada a primeira linha aérea que ligava Itajubá a outras cidades. A empresa estreante foi a Organização Mineira de Transportes Aéreos Ltda. (OMTA), que não teve longa duração.


Em 26 de fevereiro de 1948 chegava a Itajubá um Bimotor LODESTAR para 12 passageiros, da Universal Transportes Aéreos, que inaugurava linhas para o Rio de Janeiro, São Paulo, São Lourenço e Taubaté. Não Passou de alguns dias o funcionamento dessa empresa em Itajubá.


O campo de aviação de Itajubá, cercado de morros como era, não oferecia as condições de segurança exigidas para as perfeitas aterragens e decolagens. Ficou muitos anos inteiramente desativado, e a Municipalidade decidiu transformá-lo em área industrial, doando lotes para fábricas, decisão que a muitos pareceu desacertada. Na reunião de 21 de maio de 1974 da Câmara Municipal de Itajubá, o vereador José Isidoro “dá uma explicação sobre o campo de aviação, dizendo que de fato houve impasse na transferência daquela área em área industrial. Que houve denúncia ao DCA dizendo que o Prefeito estava invadindo o campo. Este foi ao rio e fez com que viessem que o campo nada oferecia à cidade e que inclusive tinha sido condenado por eles. Como em 15 anos não cumpriram a finalidade, foi o mesmo revertido ao Estado que doou à Prefeitura”.



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